As ruas de Hamilton: James Street South

Recebemos com frequência alguns comentários e mensagens pedindo para mostrarmos um pouco mais sobre a cidade de Hamilton e o seus pontos de destaque. Pensando nisso, decidimos criar uma série aqui no Blog chamada “As ruas de Hamilton”, onde teremos a oportunidade de apresentar algumas ruas da cidade que, em nossa opinião, ofereçam algum detalhe que possa interessar quem acompanha as nossas publicações.

Assim, decidimos iniciar esta série falando sobre uma das ruas que mais frequentamos  na cidade: James Street South.

Para começar, acho importante dizer que a James Street recebeu este nome em homenagem ao filho de um dos fundadores de Hamilton (Nathaniel Hughson). Antes disso já teve outros dois diferentes nomes – Lake Road (porque o lado norte da rua termina no Lago Ontário) e Jarvis Street (em homenagem a Maria Jarvis, esposa de George Hamilton, principal fundador da cidade).

Também é importante dizer que a James Street é dividida entre o lado norte (James Street North) e sul (James Street South), no entanto, nosso foco de hoje será apenas neste último.

Alguns edifícios históricos da cidade estão justamente localizados na James Street South. Entre eles podemos citar o Bank of Montreal (hoje ocupado por uma empresa de advocacia) que começou sua construção em 1928 e foi finalizado em 1929. Outro, tão bonito quanto, é o Landed Banking and Loan Company, construído ainda antes do anterior, em 1908.

img_9237Outra beleza arquitetônica localizada nesta rua é a Igreja Presbiteriana St. Paul, construída entre os anos de 1854 e 1857. Os sinos da igreja, que soam todos os domingos pela manhã, convidam a comunidade a frequentar a igreja, e foram instalados em 1906.

Além disso, é possível encontrar na James Street South restaurantes badalados da cidade, o Conservatório de Artes de Hamilton, o acesso ao terminal rodoviário da GO Station e, principalmente, o Hospital St. Joseph, um dos principais da cidade.

Também é importante dizer que a parte Sul da James é uma das principais vias de acesso entre o centro de Hamilton (downtown) e a parte alta da cidade (mountain). Ao longo da rua existem diversos pontos de ônibus para diferentes locais da montanha e, não menos importante, uma das 4 escadarias que possibilitam a subida daqueles que preferem (ou precisam) fazer o percurso a pé.

Podemos afirmar que é impossível viver em Hamilton e não conhecer esta tão famosa rua, motivo pelo qual elegemos a James Street South a nossa primeira a apresentarmos aos nossos leitores.

Esperamos que essa nova série aqui do Blog desperte o interesse daqueles que ainda sonham em, assim como nós, viver em Hamilton e, acima de tudo, que os ajude a conhecer melhor a cidade para contribuir com a sua decisão de vir ou não morar aqui. Pedimos que vocês comentem aqui abaixo o que acharam desta publicação e se gostariam que levássemos adiante este novo projeto.

Enquanto isso, acompanhem as fotos de alguns dos locais que selecionamos para vocês.

Antigo prédio do Banco de Montral, construído entre 1928 e 1929

Landed Banking & Loan Company, construído em 1908

Acesso ao Terminal Rodoviário da GO Station

Uma boa semana a todos e até a próxima!

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Depois daquela prova…

Este post já deveria ter sido publicado há pelo menos 2 semanas, mas admito que as emoções do último mês acabaram me deixando um pouco atrapalhado. Peço desculpas pela falta de notícias e, principalmente se deixei de responder alguma pergunta ou comentário durante a minha ausência. Farei o possível para recuperar o tempo perdido.

Como comentei no último post publicado aqui no Blog, estávamos com visitas do Brasil e portanto, resolvemos aproveitar todo o tempo que tínhamos para curtir com eles. Depois disso, vieram as tão temidas provas finais, que me deixaram de “cabelo em pé” por alguns dias.

Confesso que a semana de provas foi tensa. Era a minha última oportunidade de confirmar que todo o investimento que fizemos neste projeto tinha valido a pena. Assim, dediquei cada minuto disponível do meu dia tentando esclarecer as dúvidas que porventura eu ainda tivesse. Pensei em tirar férias no trabalho para poder estudar mais, entretando, desisti, afinal conciliei o trabalho e estudo durante todo o tempo, e concluí que não deveria ser diferente naquele momento.

Foram 5 dias de angústia. Terminava uma prova às 7 da noite de um dia e no outro já estava lá sendo testado novamente às 9 da manhã. Os intervalos pareciam pequenos diante de tanto conteúdo e em alguns momentos tive a impressão que eu não me lembrava mais de nada. Felizmente foi apenas uma impressão, pois assim que começava a revisar a matéria, percebia que o conhecimento já estava lá, as vezes escondido em algum lugar, mas estava.

Quando terminei aquela última prova, saí da sala com a sensação de dever cumprido, mas confesso que foi muito estranho o que senti depois.  Começamos a nos despedir uns dos outros e a desejarmos que tivéssemos sorte e sucesso nos novos desafios. Senti falta daquele abraço apertado que daríamos se estivéssemos no Brasil. Foi diferente, meio frio. Embora ainda nos encontraremos na cerimônia de graduação em junho, o sentimento foi de que muitas daquelas pessoas eu não verei mais. Espero mesmo que tenham muito sucesso!

Concluir a faculdade no Canadá era um objetivo o qual foi realizado com mérito. Foram 4 semestres de total dedicação e que sei que valerão a pena num futuro muito próximo. Tenho certeza absoluta que muitas provas ainda virão pela frente, mas a maior delas começou naquele momento que deixei a sala de testes.

Nossa experiência de viver no Canadá começou pra valer naquele dia e, sem dúvidas, dedicaremos a mesma disposição para fazer deste projeto também um sucesso.

Enquanto isso, aproveitaremos a primavera de Hamilton, que deixa a cidade cada dia mais bonita.


Um abraço a todos e até a próxima!!!

 

Turistas em Hamilton

Os últimos dias tem sido muito intensos, não apenas porque estamos nos aproximando (mais uma vez???) do final do semestre da faculdade, mas porque estamos com visitas em casa. Aliás, podemos nos considerar muito sortudos, uma vez que neste intervalo de apenas 15 meses, já recebemos visitas do Brasil  4 vezes. Isso nos ajuda a matar a saudade da família e faz com que o tempo em que estamos distantes de casa, nem pareça assim tão grande.

Mas uma das grandes vantagens de receber visitas é que por alguns dias acabamos nos sentindo turistas dentro da nossa própria rendondeza. Quando viajamos, tanto eu quanto a Mariane gostamos de explorar cada canto do lugar em que estamos. Andamos a pé, utilizamos o transporte público, fazemos passeios que, muitas vezes, fogem dos convencionais. Mas, desde que chegamos aqui no Canadá, nos deixamos envolver pelo turbilhão de emoções desta fase inicial de quem decide morar fora, e demos férias para os “exploradores” que um dia fomos.

Mas como nunca é tarde para recuperar o tempo perdido, aproveitamos os últimos dias para apresentar aos nossos convidados alguns dos lugares que mais gostamos e também para conhecer vários outros que ainda não havíamos visitado.

Entre estes lugares, podemos citar o Bayfront Park (claro que não poderia faltar), Dundern Castle (castelo construído por volta de 1830), The Canadian Warplane Heritage Museum (museu dos aviões utilizados em guerras) a cachoeira Tiffany Falls, Lakeshore de Burlington e até mesmo o Cemitério de Hamilton, onde estão enterrados vários ex-prefeitos e também o George Hamilton, fundador da nossa cidade. Também chegamos à Webster Falls, uma das principais
cachoeiras da região, mas como tivemos uma tempestade de gelo no dia anterior, a mesma estava fechada por causa das condições climáticas. Voltaremos em uma próxima oportunidade.

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Além disso, passamos um dia todo andando pelas ruas de Toronto, visitando pontos turísticos como St. Lawrence Market, University of Toronto, o prédio do Parlamento, Habourfront Centre, sempre acompanhados da CN Tower que insistia em nos seguir por todos os locais que decidíamos visitar.

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Também não podíamos deixar de incluir nesta lista uma ida à Niagara Falls. Mesmo já tendo ido para lá algumas vezes, sempre tem algo novo que não tínhamos visitado antes. Aliás, desta vez aproveitamos para dar uma volta na roda gigante que tem uma visão panorâmica das Cataratas do Niagara. No final do passeio também aproveitamos para dar uma passadinha em Niagara-on-the-lake, que é um lugar que recomendamos a todos que estão na região.

Niagara Falls 5

Roda Gigante

Mesmo tendo feito bastante coisa nos últimos dias, sabemos que não é quase nada se compararmos com todas as opções que ainda temos pela frente. Ainda bem, pois já que agora despertamos aquela vontade de explorar o local que sempre tivemos, vamos aos poucos conhecendo cada um deste lugares até que a nossas próximas visitas cheguem. Que seja em breve!!!

 

 

 

 

Quais são as nossas prioridades?

Quem acompanha o Blog Vivendo em Hamilton há um tempo, provavelmente já percebeu que de tempos em tempos, nos intervalos entre uma dica e outra, gostamos de postar algumas reflexões, baseadas em experiências que tivemos, ou simplemente observamos, desde que chegamos aqui no Canadá.

Pois bem. No último final de semana, uma situação que aconteceu aqui em Ontário nos fez refletir a respeito. No domingo à noite, a Polícia de Ontário (OPP), mais especificamente do município de Orillia, emitiu um alerta conhecido como Amber Alert. Este tipo de alerta está relacionado à crianças desaparecidas e/ou raptadas e está integrado ao National Alert Aggregation & Dissemination System, um sistema que conecta TV abertas e fechadas, estações de rádio, internet e emite alertas, ao mesmo tempo, em todos estes canais de comunicação, em casos de desastres naturais, ameaças de terrorismo e qualquer outra situação que possa impactar a ordem por aqui.

O Amber Alert do último domingo foi utilizado pela primeira vez desde que foi remodelado há algum tempo. No caso, uma tela vermelha, acompanhada de um alerta sonoro, invadiu as telas das TV e estações de rádios com a informação de que um garoto na faixa de 8-13 anos havia sido visto sendo levado à força  por uma van, no município de Orillia. O alerta dava as descrições físicas tanto da criança quanto do possível sequestrador.

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Mais tarde, naquela mesma noite, o alerta surgiu novamente informando que o garoto havia sido encontrado e que estava bem. Na verdade, o que soubemos depois é que o caso não passou de um mal entendido, já que as pessoas vistas levando o garoto eram os próprios pais que o haviam encontrado após ele ter fugido de casa.

O que nos chamou atenção, no entanto, não foi a eficiência do sistema e a rapidez com o qual a informação se espalhou na tentativa de solucionar o caso. Antes fosse! Soubemos que após o primeiro alerta ser emitido, inúmeras pessoas começaram a ligar para o 911, número da polícia, para registrar queixas de que aquele alerta tinha atrapalhado o programa de TV que estavam assistindo. Sim, é isso mesmo que vocês entenderam. As linhas da polícia ficaram ocupadas não para relatar pistas de onde a “suposta vítima” estava, mas sim para dizer que haviam perdido trechos de seu programa favorito por causa de tal alerta.

Felizmente este caso não passou de uma confusão em que as testemunhas do suposto sequestro interpretaram erroneamente a situação que presenciaram. Mas e se não fosse? O seu programa de TV é assim tão mais importante do que a vida de uma pessoa? E o desespero dos pais desta e de tantas outras crianças desaparecidas não conta em nada? Quais são as nossas prioridades?

Cada vez mais temos certeza de que vivemos em um mundo egoísta em que as pessoas se preocupam apenas com o que está a sua volta. É triste ver isso acontecer, não apenas aqui no Canadá, mas em qualquer outro lugar do mundo. Nós brasileiros temos o hábito de achar que apenas no Brasil as coisas ruins acontecem e muitas vezes fechamos os olhos para o que acontece fora dele. Não. Infelizmente isso está em todo lugar e acontecendo cada vez com mais frequência.

A única boa lição que se tira desta história é que muitos ficaram indignados com a atitude destas pessoas que fizeram as ligações para a polícia, e o assunto foi amplamente discutido durante esta semana. Torço, no entanto, que este fato tennha servido para promover uma reflexão e que todos nós possamos acordar, o mais rápido possível, sabendo de fato quais são as nossas prioridades. Onde queremos chegar? Será que estamos fazendo a nossa parte para que as mudanças que queremos ver no mundo aconteçam? Penso que vale a pena esta reflexão…

 

Onde estudar inglês em Hamilton?

English Book

Nos últimos tempos, principalmente com o aumento da procura dos brasileiros pela cidade de Hamilton, temos recebido muitos questionamentos sobre locais para estudar inglês aqui na região.

Já comentei anteriormente que o Mohawk College oferece um curso bastante procurado por quem tem interesse em continuar os estudos no futuro. Este curso é chamado de General Arts and Science – English for Academic Purposes. O programa é dividido em 8 níveis, cada um com a duração de 7 semanas. Após a conclusão do 8º nível, o aluno já pode entrar diretamente para a faculdade, sem a necessidade de se submeter aos exames oficiais como IELTS ou TOEFL. Para estudantes internacionais, existem 5 diferentes datas de início: Janeiro, Março, Maio, Setembro e Novembro. O valor já não é novidade para ninguém, pois como já mencionei aqui no Blog antes, este é um investimento alto para quem realmente tem como objetivo a continuidade acadêmica.

Mas e aquelas pessoas que vem acompanhar o cônjuge ou está a passeio em Hamilton e pretendem estudar? Será que existe alguma opção mais acessível? Sim, e vou relacionar algumas que encontrei em uma pesquisa recente que fiz sobre este assunto. Vale lembrar que não estou me referindo àquelas pessoas que já chegam aqui com status de imigrante, uma vez que existe um tratamento diferenciado para quem já possui residência permanente no Canadá.

1- Circle of Friends for Newcomers: Embora os cursos  ESL (English as a second language) sejam normalmente direcionados aos residentes permanentes, os visitantes e estudantes internacionais maiores de 19 anos também podem se registrar para as aulas oferecidas por este centro. Os valores são: $3,00 por hora, $45,00 por semana para estudar meio período ou ainda, $90,00 por semana para estudar em período integral. As aulas vão das 9:00 às 11:45 e retornam das 12:15 às 3:00 da tarde. Para ingressar, o aluno faz um teste de nivelamento, oferecido pelo YMCA com o custo de $10,00, e então é encaminhado para uma turma compatível com o seu nível de conhecimento. Para obter maiores informações, acesse o site do centro clicando aqui.

2- St. Charles Adult and Continuing Education: Assim como o anterior, as aulas oferecidas pelo St.Charles também são focadas para quem já tem status de residente permanente ou é imigrante refugiado, no entanto, dão oportunidade para quem está na cidade com outros tipos de vistos e são maiores de 18 anos. Os valores são semelhantes aos do Circle of Friends for Newcomers, até porque eu acredito que eles façam parte de um mesmo projeto, já que na página do St. Charles eles citam o Circle com uma de suas unidades. As aulas vão das 9:00 às 3:00 da tarde, com um intervalo de 30 minutos para o almoço. Também são oferecidas aulas no período da noite (das 6:00 às 9:00), o que é ótimo para quem trabalha e mesmo assim deseja aprimorar o idioma.

3- HWDSB Community and Continuing Education: Oferece classes para adultos maiores de 18 anos que podem ser período integral, meio período ou 2 vezes por semana das 6:00 às 9:00 da noite. Os valores semanais são, respectivamente: $150,00, $75,00 ou $30,00. Durante o verão, existe uma turma com valores diferenciados por um período de 7 semanas (Julho e Agosto) e custa $650,00 para o período integral, $300,00 meio período e $150,00 para 2 vezes por semana. Além disso, o aluno precisa agendar o teste de nivelamento (Canadian Language Benchmark Placement Test – CLBPT) que custa $60,00. Para obter maiores informações, acesse o site da escola clicando aqui.

4- Metropolitan College: localizado na região central de Hamilton, o Metropolitan College, diferentemente das opções citadas anteriormente, é uma instituição privada. O aluno decide quantas semanas pretende estudar e, portanto, o visto precisa ser compatível com o tempo de estudo. Caso o alune opte por ficar estudando em período superior a 6 meses, obrigatoriamente necessitará de um visto de estudante. As aulas começam sempre às segundas-feiras e os valores dependem da quantidade de semanas de curso. Para quem pretende estudar de 1 a 11 semanas, o valor é de $200,00 por semana; de 12 a 23 semanas, $187,00, e a partir de 24 semanas, $175,00 por semana. O valor já inclui material didático, eventos da escola e algumas atividades extracurriculares, como visitas a museus, galerias de arte, etc.

Cabe dizer que obtive estas informações através do site de cada uma dessas escolas, portanto, pode ser que existam informações que não estejam 100% atualizadas. Assim, recomendo que vocês procurem cada um destes órgãos caso tenham se interessado por algum deles.

E se você já está aqui em Hamilton e conhece algum lugar diferente destes que foram citados, por favor, deixe aqui o seu comentário para que os demais leitores também possam ter acesso às novas informações.

Espero ter ajudado aqueles que buscavam este assunto e desejo boa sorte a todos que estão em alguma fase do seu planejamento.

Abraço a todos!!!

 

Comida japonesa em Hamilton

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Há pouco mais de um ano, no dia em que pisamos em Hamilton pela primeira vez, a dona da casa em que ficamos hospedados nos levou para dar uma volta pela cidade e nos apresentar o bairro que dissemos que gostaríamos de morar. Durante este passeio ela nos perguntou se gostávamos de comida japonesa e nos indicou um restaurante chamado August 8, dizendo que na opinião dela era o melhor sushi da cidade.

Durante todo este tempo em que estamos morando aqui, comi sushi algumas vezes, mas principalmente desses que são vendidos nos supermercados. Também fomos em alguns rodízios (all you can eat), mas curiosamente não tinhamos visitado o tal do August 8. Até ontem…

Primeiramente tenho que dizer que cada vez que levo a Mari em um restaurante de comida japonesa, levo o maior prejuízo. Ela não é totalmente fã deste tipo de comida e não gosta de peixe cru, e nos restaurantes que tínhamos conhecido por aqui, ela sempre comia dois ou três itens, e acabava saindo de lá com fome.

Ontem, de última hora, acabamos decidindo visitar o August 8, e tenho que admitir que nos arrependemos de termos esperado tanto tempo assim para conhecer este lugar. O restaurante tem 2 unidades aqui em Hamilton, mas optamos pela unidade central que fica a poucos minutos daqui de casa.

Os valores dependem do dia da semana e também do horário. Durante o almoço, aos finais de semana, o rodízio custa $17.99 adultos, $15.99 idosos e $1,20 crianças até 12 anos. Durante o jantar fica mais caro, $27.99, $24.99 e 1,20, respectivamente.

A diferença que notamos entre o horário do almoço e do jantar, é que no primeiro, o sashimi não está incluso neste valor. O cardápio é bastante diversificado, portanto, mesmo com a ausência do sashimi, experimentamos tantas outras coisas, que ele acabou nem fazendo falta alguma.

Uma coisa que nos chamou a atenção é que o único momento em que o atendente que vem falar com a gente é para tirar os pedidos das bebidas. Tirando isso, todo o restante é feito através do tablet que fica o tempo todo na mesa. Você olha o cardápio on line, escolhe os itens que tem interesse e envia o pedido. Simples assim!

Não teve sequer um item que tenha deixado a desejar. Gostamos de cada coisa que nos foi servida. A própria Mari acabou provando coisas que normalmente não comeria, e algumas delas até repetiu!

Dentre as coisas que mais gostamos está um prato chamado Deep Fried Cheese Wonton, que entra no cardápio na categoria de Dim Sum e é uma trouxinha frita com queijo, carangueijo e alho poró. É sensacional! Só de pensar nela agora enquanto escrevo, já fiquei com vontade de visitar o restaurante novamente.crab_rangoon1

Outra coisa que ficou entre os favoritos da Mari foi um sushi feito com milho, que ela não cansou de experimentar algumas vezes. Isso sem contar o Mango Chicken que fica na parte de tempurás. Valeu a pena também!

A parte de sushis e temakis é bem variada e depois de ter provado alguns deles entendi perfeitamente o porquê da minha host family ter indicado o restaurante como o melhor da cidade.

Agora, depois de finalmente termos conhecido o August 8, nós podemos assinar embaixo desta declaração, portanto se você está na cidade ou ainda vai chegar e não vive sem uma boa comida japonesa, nem precisa ficar procurando muito, vá direto para lá. Espero que tenham a mesma boa experiência que nós tivemos!

Um abraço a todos e até a próxima!

 

College no Canadá: é necessário fechar com uma agência?

Os últimos posts que temos publicado aqui tem sido baseados em algumas das principais perguntas que recebemos aqui no blog ou em nossa página no Facebook. Uma dessas perguntas que recebemos com frequência e que me surpreendeu bastante, foi se nós utilizamos alguma agência no Brasil na época em que fechamos com o college e aplicamos para os nossos vistos.

Já respondi diretamente para os leitores que nos perguntaram, mas como sei que é um assunto que pode interessar a mais pessoas, achei interessante criar um post para facilitar a vida de todos.

Eu disse anteriormente que essa pergunta me surpreendeu, pois confesso que em momento algum me passou pela cabeça, naquele época, utilizar os serviços de alguma empresa especializada no assunto.

Obviamente fazer todo o procedimento por conta própria exige uma disciplina muito maior, afinal, é preciso reunir todas as informações e documentos necessários, para não correr o risco de atrasar o processo, ou pior, ter o visto negado por falta de documentação.

Quando apliquei para o Mohawk College, todo o processo foi diretamente com a escola. O primeiro passo foi acessar o site, na sessão de estudantes internacionais, conforme demonstra a figura abaixo:

Site Mohawk

Uma vez que já estava na área de estudantes internacionais, entrei na sessão de futuros estudantes e a partir daí devorei cada informação que lá estava disponível.

Site Mohawk 2

É possível ver quais os documentos necessários, quais o cursos disponíveis para estudantes internacionais, qual o prazo de duração de cada um deles, as datas de início das turmas, etc.

Quando as informações não estavam tão claras, ou que ainda não respondiam plenamente as minhas dúvidas, eu enviava por email e aguardava um contato de algum representante da escola. Posso garantir que o retorno sempre aconteceu. Normalmente eles trabalham com um prazo de 48 horas para responder estas dúvidas e sempre foram muito solícitos quando precisei confirmar alguma informação. Caso você tenha interesse de enviar um email ao college, clique aqui.

Outra dúvida que as pessoas tem é em relação os valores cobrados por cada um dos semestres. Confesso que o site algumas vezes acaba te direcionando para o lugar errado e você encontra os valores cobrados dos estudantes domésticos, que são infinitamente mais baixos do que o dos estudantes internacionais. Por este motivo, também achei interessante já deixar o caminho disponível aqui no blog, assim tenho certeza de que vocês terão as informações corretas antes de aplicarem.

Já as informações a respeito do visto, tanto de estudante, quanto de trabalho, conseguimos diretamente no site Citizenship and Immigration do Governo Canadense. É importante que os interessados leiam com muita atenção todas as informações relacionadas ao tipo de visto que estão interessados. Fiquem atentos também aos prazos, pois tenho notado que está demorando mais agora do que costumava na época em que nós fizemos o nosso processo. Vejo que o número de pessoas interessadas em morar no exterior aumentou e com isso, também os prazos, portanto, não deixe para a última hora.

Bem, acho que respondi a pergunta que deu início a este post. Acredito que é totalmente possível fazer todo o processo por conta própria, desde que você tenha certeza de que se dedicará para isso. Se não está totalmente confortável com o seu inglês e poderá deixar passar informações importantes por conta disso, melhor recorrer à ajuda de um profissional. O importante é fazer a coisa certa!

Espero ter ajudado! Agora voltarei aos meus estudos, afinal essa semana será inteira de provas!

Um abraço a todos e até a próxima!